quinta-feira, 10 de março de 2011

Os 10 piores clichês do cinema

Às vezes não reparamos, mas muitos recursos utilizados no cinema são utilizados até a exaustão e são muito mais comuns do que imaginamos. No vídeo abaixo, você confere alguns desses recursos:

quinta-feira, 3 de março de 2011

CINECLUBE01 comenta: O Discurso do Rei

“O Discurso do Rei” é um filme ambientado durante a década de 30 na Inglaterra e traz como protagonista o rei George VI, que sucede seu irmão e seu pai no trono inglês, mas tem que liderar com um terrível problema de gagueira que se torna um obstáculo ao emitiir grandes pronunciamentos oficiais. Como tentativa de superar sua dificuldade, sua mulher o apresenta o fonoaudiólogo australiano Lionel Logue, talvez sua última tentativa de solucionar um problema que parece não ter solução.




Bem preparado e instruído, o novo rei enxerga na gagueira a grande limitação para seu cargo, o que o contrapõe a Hitler, ditador que será seu grande adversário durante a guerra, período que as pessoas têm nas palavras de seu líder o grande apoio para um momento difícil.

Com a exigência de um bom discurso, ele passa a acreditar nos métodos de Logue, um fonoaudiólogo que nem médico não é para ajudá-lo com seu problema. A relação construída com Logue também se torna tocante com o tempo. Deixando de lado grandes médicos e especialistas da fala, Geroge VI constrói uma relação de intimidade (no qual é chamado de Bertie, apelido de família) com um homem comum e aos poucos começa a deixar sua arrogância, coisas que Bertie não imaginava que poderia fazer. É possível perceber que sua gagueira representa todas as dificuldades e conflitos pelos quais já passou e continua passando. E são justamente esses momentos do “médico” com seu paciente que passam a engrandecer o filme.



O filme trata de humanizar um poderoso rei ao colocá-lo sobre uma condição de homem comum, com dificuldades como qualquer outro e que é capaz de superar com grande esforço todos os obstáculos para conseguir o que quer. Nada mais ideal para a Academia que o premiou com o Oscar de melhor filme. Além disso, sua força também está nas excelentes atuações de Colin Firth (Bertie) e Geoffrey Rush (Logue). Firth, interpreta um rei com grande simpatia e habilidade ao colocá-lo sobre uma vulnerabilidade impensável para um líder de uma grande potência européia. Isso é explicitado apenas com suas limitações de fala de maneira brilhante. Assim, ele não se incomoda em ter sua mulher e em Logue seus grandes aliados nessa recuperação. Já Rush emprega em Logue um personagem que apresenta segurança e não parece se intimidar com a presença do rei. Ao mesmo tempo é capaz de enxergar suas limitações e admirá-lo por poder enfrentá-las com tanta vontade.



Outro ponto positivo a se destacar é quanto a direção de arte, que ambienta os cenários e figurinos de maneira compatível com a época. Apesar de ser uma história de drama, por outro lado, também há muito espaço para momentos cômicos, que serve como uma estratégia de aproximar e cativar o público da história. Funciona bem, mas algumas situações soam um pouco forçadas pelo roteirista David Seidler para se encaixar na história.

Durante a história certos conflitos estão inseridos apenas para dar uma carga dramática maior. Esses conflitos são justamente aqueles em que Logue e Bertie ameaçam cortar relações, como na cena do ensaio na igreja para a cerimônia de posse. Bertie questiona as credenciais e a experiência de Logue, mas logo depois, sem grandes explicações, volta atrás e volta a confiar inteiramente no australiano. Ou seja, o roteiro poderia apostar muito mais no passado de Bertie e todas as dificuldades que ocasionaram sua gagueira e não apenas ao reforçar sua desconfiança com um médico que não possui qualificação, já que essa já era uma condição superada na história.



Outro ponto falho na história diz respeito a direção de Tom Hopper. Seu movimento de câmera que acompanha o rei de frente sempre que irá encarar um novo discurso pela frente seria interessante se não fosse usado exaustivamente ao longo de todo o filme. Um bom elemento de surpresa acabou se tornando banalizado. O mesmo ocorre com sua insistência em colocar seus personagens sempre no canto do quadro e de utilizar planos fechados para dar a impressão de impotência e insegurança para George. Porém, os mesmos recursos são usados para vários personagens, inclusive o próprio Logue.

“O Discurso do Rei” é um filme pouco empolgante e que não merecia ter sido premiado como melhor filme no Oscar, tendo em vista seus outros concorrentes. Mas é o filme que Hollywood adora e que é capaz de agradar uma grande parcela do público que vai ao cinema. Os momentos cômicos, a superação de Geroge VI e, principalmente, a bela atuação de Colin Firth (sua premiação como melhor ator foi mais que merecida no Oscar) são os grandes fatores responsáveis pelo sucesso do longa. Sucesso que é capaz de esconder diversos problemas ao longo do filme e de premiar apenas mais um dos queridinhos de Hollywood.

Confira o trailer:

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Injustiça do Oscar


Todos sabem dos vencedores do Oscar ontem. E todos sabem que o Oscar tem um grande histórico de injustiças cometidas a alguns dos maiores gênios que marcaram a sétima arte. Alfred Hitchcook, Stanley Kubrick, Quentin Tarantino, Martin Scorsese e Francis Ford Coppola já realizaram obras-primas e perderam Oscars para produções extremamente inferiores. Confira algumas delas nesse levantamento da Veja: http://veja.abril.com.br/blog/10-mais/cinema/as-10-maiores-injusticas-em-toda-historia-do-oscar/#ancoratopo. É claro que nesse ano não podemos comparar os nomes que disputavam a estatueta a nenhum desses que eu citei acima. Mas o que aconteceu ontem foi novamente mais uma injustiça cometida por Hollywood a filmes extremamente competentes que saíram de mãos abanando.




A direção mediana de Tom Hooper para um filme com roteiro mediano como “O Discurso do Rei” foi o maior premiado na noite de ontem com os Oscars de melhor filme, melhor ator (esse foi o único prêmio merecido), melhor roteiro original e melhor diretor. A decisão de Hollywood prova aquilo que todos já suspeitavam. Para ser premiado no Oscar deve-se fazer uma história agradável a todos, de preferência com algumas risadas e uma bela história de superação, principalmente se o povo americano puder se identificar nele como um belo exemplo de vida. Deve ser uma história com alguns conflitos, mas tudo deve acabar bem no fim. Esse é o roteiro de um Oscar de Hollywood. Não que “O Discurso do Rei” seja ruim. Tem suas qualidades, mas é irregular em alguns aspectos (confira a crítica sobre o filme na quarta). “Cisne Negro” (o meu preferido), “A Origem” e até “A Rede Social” são filmes muito mais competentes do que o vencedor. O que acontece é que esses filmes não passam a mesma história agradável. “Cisne Negro” perturba e incomoda muita gente. “A Origem” é uma bela viagem pelo mundo dos sonhos que pode ser relacionada até mesmo com a própria manipulação do cinema. A “Rede Social” trata de uma boa reflexão a respeito de como os jovens se relacionam nos dias atuais. Como roteiro são todos muito mais completos, mas são críticos e nem sempre tão otimistas, o que incomoda a Academia.



Outro ponto a ser criticado é o prêmio de melhor diretor para Tom Hooper, para mim a maior aberração de todas. O diretor é previsível e utiliza os mesmos planos até a exaustão, sem mostrar a menor criatividade. Além do mais, diretores competentíssimos como David Fincher (Clube da Luta e Se7en), Christopher Nolan (Amnésia e Batman – O Cavaleiro das Trevas) e Darren Aronofsky (Requiem para um sonho e O Lutador) são alguns dos diretores mais competentes da atual geração, mas nunca tiveram seus trabalhos reconhecidos por produzirem filmes profundos, incômodos e que trazem a reflexão que é aquela que traz graça ao cinema. Os três filmes seguem a mesma linha e ficaram para trás para um cineasta que mostra não ter experiência e habilidade para produzir um filme merecedor de um Oscar. O que ainda compensa é que não é uma premiação que faz com que os grandes nomes do cinema sejam realmente conhecidos e admirados por todos. Nada melhor do que o reconhecimento do público e da crítica para fazer justiça aos que merecem.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Expectativas para a cerimônia do Oscar

Retirado do site: http://cinema.uol.com.br/ultnot/efe/2011/02/26/octogenario-oscar-aposta-em-nova-safra-para-se-revitalizar.jhtm


Octogenário Oscar aposta em nova safra para se revitalizar

Antonio Martín Guirado.
Los Angeles (EUA), 26 fev (EFE).- O Oscar completa 83 anos e, longe de dar sinais de fraqueza, aposta na presença dos rostos jovens para manter os altos índices de audiência, fator imprescindível na recente renovação do contrato de transmissão nos Estados Unidos até 2020.

O canal "ABC" renovou por seis anos o atual acordo com a Academia de Hollywood, que terminava em 2014, após o ótimo resultado obtido na transmissão do ano passado, com 41,3 milhões de espectadores nos EUA, o melhor número dos últimos cinco anos.

"Este contrato garante que a cerimônia do Oscar será mantida como uma tradição no canal "ABC" durante 45 anos consecutivos", disse em comunicado Tom Sherak, presidente da entidade.

A Academia atribui o êxito da edição anterior à proliferação de artistas da nova safra no palco do Kodak Theatre, e este domingo não será uma exceção.

Se no ano passado desfilaram estrelas juvenis da Disney (Miley Cyrus, Zac Efron) e da saga "Crespúsculo" (Taylor Lautner, Kristen Stewart), agora a entidade dá um passo adiante e aposta, pela primeira vez na história, em um casal unissex e de grandes atributos físicos como mestres de cerimônias: James Franco e Anne Hathaway.

No caso do ator se tratará de uma noite muito especial, já que ele pode se transformar no primeiro apresentador do Oscar que ganha a estatueta dourada no mesmo ano, visto que concorre por sua atuação em "127 Horas".

Ambos cantarão e dançarão, e em seu repertório deve estar uma nova versão do famoso número musical interpretado por John Travolta e Olivia Newton-John em "Grease" (1978), como Franco sugeriu em seu perfil do Twitter com um pequeno videoclipe.
Essa é a linha almejada pelos produtores do evento, Don Mischer e Bruce Cohen, já que revelaram que a cerimônia prestará homenagem à história do Oscar com pequenos tributos a filmes clássicos e momentos inesquecíveis de cerimônias passadas.

Grande parte dos artistas que entregarão as estatuetas douradas já foi anunciada, e entre eles se destaca a presença de Scarlett Johansson, Mila Kunis, Amy Adams, Reese Witherspoon, Russell Brand, Matthew McConaughey, Tom Hanks, Nicole Kidman, Jude Law, Annette Bening, Cate Blanchett, Hugh Jackman, Robert Downey Jr. e Javier Bardem.

A Academia, no entanto, guarda alguns segredos, embora muitos prevejam a presença de Robert Pattinson, o vampiro adolescente de "Crepúsculo".

A imprensa especializada ressalta ainda que um dos pontos altos da cerimônia será a apresentação do coral P.S.22 (Public School 22), de Staten Island (Nova York), composto por estudantes de 10 e 11 anos.
Segundo o jornal "Los Angeles Times", as crianças cantarão "Somewhere Over the Rainbow", a música principal de "O Mágico de Oz", ganhador do Oscar de 1939.
"O Discurso do Rei" é o favorito para ser o grande vencedor da 83ª edição do prêmio, após receber 12 indicações, incluindo a de Melhor Filme.
Nessa categoria também competirão "A Rede Social", "Cisne Negro", "O Vencedor", "Toy Story 3", "Bravura Indômita", "127 Horas", "A Origem", "Minhas Mães e Meu Pai" e "Inverno da Alma".
A 83ª edição do Oscar será realizada neste domingo no Kodak Theatre, em Hollywood, e será transmitida ao vivo para mais de 200 países.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Publicidade no cinema

A publicidade sempre esteve envolvida direta e indiretamente com os filmes. No vídeo abaixo são exibidas algumas curiosidades sobre este mundo que pode se tornar extremamente lucrativo dentro da sétima arte. O anúncio de produtos pode sim aparecer escandalosamente e diminuir a credibilidade de um filme. Mas por outro lado, filmes muito importantes e competentes também se renderam aos frutos dessa exposição de maneira discreta. Confira alguns desses momentos:

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

As 50 animações da Disney

Os filmes da Disney com certeza fizeram história e marcaram gerações de adultos e crianças de todo o mundo. A capacidade de encantar e força dessa empresa se tornou algo assustador. Nesse ano, o estúdio chegou a sua animação de número 50 com o filme Enrolados. A história do estúdio começou lá em 1937 com Branca de Neve e Sete anões, que revolucionou o mundo da animação e do cinema. Desde então cada vez mais novas inovações vem sendo realizadas em filmes ainda mais surpreendentes e emocionantes. No site abaixo você encontrará todas os 50 filmes realizados pela Disney. Para mais detalhes sobre cada um deles é só clicar na figura correspondente.

http://cinemaemcena.com.br/Noticia_Detalhe.aspx?id_noticia=35644&id_tipo_noticia=3

sábado, 12 de fevereiro de 2011

E o Vento Levou (1939)

“E o vento levou” é inegavelmente um dos melhores filmes da história do cinema. Para mim o terceiro melhor, perdendo apenas para “O Poderoso Chefão” e “Cidadão Kane”. Seja tecnicamente, visualmente ou no roteiro é um filme impecável do começo ao fim. O filme foi realizado com U$ 5 milhões de dólares e foi projetado para ser a maior de todas as produções hollywoodianas já produzidas e foi o filme que mais faturou nas bilheterias em toda a história do cinema (com os valores já ajustados). Também foi dirigido por quatro diretores diferentes além de Victor Fleming, o único que recebeu o crédito por seu trabalho. Mas o grande nome ficou por conta de David O. Selznick, produtor que fez com que o longa fosse realizado. Também foi o mais famoso filme a ser desenvolvido com a tecnologia Technicolor, que trazia cores e um visual belíssimo que contribuiu ainda mais para a força do filme.



Baseado no romance homônimo de Margaret Mitchell, a trama conta a história de Scarlett O’Hara, filha de um imigrante irlandês que enriqueceu no sul dos Estados Unidos. Seu verdadeiro amor Ashley Wilkes, se casará com Melanie Hamilton. Para fazer ciúmes ao seu amado, ela se casa com Charles Hamilton. Porém, a Guerra Civil Americana começa, Charles acaba morrendo e Ashley sobrevive. A guerra acaba devastando todo o território conquistado por sua família, o que a faz passar por sérias dificuldades financeiras. Mas ela promete que fará tudo o que for possível para reverter essa situação. Ao longo do filme, ela conta com a ajuda de Rhett Butler, capitão que se apaixona por ela e faz o possível para conquistá-la.

Primeiramente há de se destacar que o filme traz uma visão idealizada dos Estados Confederados na luta contra os Estados Unidos (do sul latifundiário e escravista contra o Norte industrializado). Todos os soldados que se envolvem na guerra são colocados como heróis que defendem a família através uma causa justa, enquanto os americanos são meros selvagens. Quando Butler fala que o Sul não tem condições de enfrentar o adversário e deveria não se envolver com a guerra, é visto como um covarde. A visão racista e de superioridade com os negros também é atenuada e até mesmo vista de maneira digna, podemos assim dizer. Por outro lado, também explicita o triste panorama da guerra, através do sofrimento de milhares de famílias, com seus conhecidos voltando mortos, doentes ou com mínimas condições de sobrevivência. A própria Scarlett esclarece que não entende o motivo de tanto entusiasmo com uma guerra que parece mais satisfazer apenas os desejos masculinos de enfrentar um inimigo, mesmo sem um motivo real. A guerra é retratada de maneira desoladora através da cena em que ela procura por um médico para ajudar no parto de Melanie, mas tudo o que ela encontra são mortos e doentes a céu aberto e ninguém para atendê-la.



Scarlett O’Hara, a protagonista, é uma personagem incrível. De uma dimensão enorme, ela revela ser uma personagem imprevisível e de uma complexidade enorme. Tida no começo como uma moça sonhadora e apaixonada por um amor impossível, tentava despertar os ciúmes em Ashley estando sempre cercada de homens e convivia com o luxo obtido por sua família. Com os prejuízos e mortes causadas pela guerra, ela vê a necessidade de reconstruir a sua vida e enfrentar todas as dificuldades. Para não perder as terras onde vive para os americanos, ela se mostra uma pessoa destemida e extremamente corajosa. Mas aos poucos, também se mostra capaz de passar por cima de qualquer um, casar novamente com um homem que não ama, matar e negociar com seus antigos inimigos para enriquecer. Porém, quando ela percebe que isso não é o mais importante volta a sofrer um conflito de emoções que a faz pensar se tudo isso valeu realmente a pena. Viven Leigh no papel de Scarlett está maravilhosa. Transmite toda a emoção, coragem e bravura a sua personagem e mostrou que foi a melhor escolha entre as mais de 100 atrizes que participaram da seleção para viver a personagem. Sua atuação é pra mim a melhor atuação feminina do cinema.



Já Rhett Butler é um sujeito que tenta a todo custo esconder o que sente e tenta se mostrar maduro a qualquer situação que apareça. Porém, não resiste ao charme de Scarlett e acaba se mostrando um verdadeiro romântico, apaixonado de maneira absurda pela mulher e pela filha Bonnie. Já Ashley, por quem Scarlett se derrete se revela um mero coadjuvante, que pouco faz para ajudar Scarlett e sua mulher em momentos de necessidade. Já sua esposa Melanie é a mulher doce e delicada, que mostra sensatez durante os momentos insensatos de bravura da protagonista.



O filme ainda é comparado a estrutura das novelas com suas milhares de emoções, tramas e reviravoltas. O único porém é a duração de 4 horas do filme que estende cada uma de suas situações. Porém, isso não diminui o brilho de cada uma das cenas e traz uma carga dramática ainda maior. Cada diálogo ou cena de drama ou romance foi colocado na medida exata para emocionar o espectador. A produção de “E o vento levou” é extremamente avançada para os padrões da época. A direção de arte faz um trabalho maravilhoso, com a reconstituição de cada figurino e cenário adaptado de maneira correta para os padrões da época e extremamente realista, seja nos luxos das mansões dos latifundiários seja nas cenas de pobreza e morte dos hospitais a céu aberto. A fotografia também é maravilhosa.. As cenas contra a luz de Scarlett jurando que nunca mais passaria fome na vida é uma das mais marcantes da sétima arte. Assim como a cena do incêndio que destrói a cidade por onde ela passa. A escuridão de sua mansão ao se ver triste ou abandonada resume o espírito de sua personagem. Também não se pode deixar de falar da bela trilha sonora composta por Max Steiner, que completa o espetáculo.

Confira o trailer: